Trabalhadores das pedreiras <br>pela reforma aos 55 anos
O PCP está solidário com a luta dos trabalhadores das pedreiras pelo legítimo direito à antecipação da idade de reforma para os 55 anos de idade. Trata-se de aplicar a estes trabalhadores o mesmo regime já existente para os mineiros, o que é uma medida da «mais elementar justiça».
«Só quem não conhece a realidade, as vidas ceifadas pelas nuvens de quartzo, só quem não ouviu os relatos das famílias enlutadas pela morte prematura é que pode não considerar legítima esta pretensão», sublinhou, a propósito, o deputado comunista Jorge Machado em recente debate realizado em torno de uma petição organizada pelo «Movimento para a diminuição da idade de reforma dos trabalhadores das pedreiras» que recolheu mais de cinco mil assinaturas.
Depois de o Grupo comunista ter apresentado em Julho último um projecto de lei com o mesmo objectivo, que aguarda por agendamento, o assunto ganhou assim um novo fôlego com este debate parlamentar.
Provada foi, nomeadamente, a justeza desta reivindicação de trabalhadores exercendo profissões de risco e de desgaste rápido que, expostos ao pó e a elevados níveis de ruído, à medida que a sílica vai progressivamente invadindo os pulmões, como sublinhou Jorge Machado, «vão perdendo capacidade respiratória e, lentamente, vão sufocando, à medida que os pulmões ficam bloqueados».
«Só quem não conhece a realidade, as vidas ceifadas pelas nuvens de quartzo, só quem não ouviu os relatos das famílias enlutadas pela morte prematura é que pode não considerar legítima esta pretensão», sublinhou, a propósito, o deputado comunista Jorge Machado em recente debate realizado em torno de uma petição organizada pelo «Movimento para a diminuição da idade de reforma dos trabalhadores das pedreiras» que recolheu mais de cinco mil assinaturas.
Depois de o Grupo comunista ter apresentado em Julho último um projecto de lei com o mesmo objectivo, que aguarda por agendamento, o assunto ganhou assim um novo fôlego com este debate parlamentar.
Provada foi, nomeadamente, a justeza desta reivindicação de trabalhadores exercendo profissões de risco e de desgaste rápido que, expostos ao pó e a elevados níveis de ruído, à medida que a sílica vai progressivamente invadindo os pulmões, como sublinhou Jorge Machado, «vão perdendo capacidade respiratória e, lentamente, vão sufocando, à medida que os pulmões ficam bloqueados».